Arrumarei as malas
Pegarei as pedras
Andarei as estradas
Comerei as matas
Cantarei as latas
Plantarei as massas
Regarei as luzes
Olharei as luas
Morderei as uvas
Entupirei as cidades
Cobrarei as autoridades
Perderei as maldades
Sambarei as maravilhas
Derrubarei as muralhas
Soltarei as amarras
Prenderei as ministras
Abrirei as portas
Nadarei as areias
Venderei as moedas
Soprarei as ventanias
Poluirei as lixeiras
Limparei as sujeiras
Fecharei as torneiras
Desligarei as caldeiras
Amarei as cadeiras
Esperarei as calmarias
Cuspirei as tapeçarias
Socarei as bombas
Mastigarei as balas
Transarei as pernas
Completarei as vírgulas
Sentirei as odes
Ouvirei as árvores
Serei as flores
Sonharei as realidades
Dividirei as saudades
Apagarei as lâmpadas
Acenderei as velas
Economizarei as mentiras
Doarei as alegrias
Riscarei as poesias.
Mas, hoje é futuro nas mãos de quem caminha.
Pegarei as pedras
Andarei as estradas
Comerei as matas
Cantarei as latas
Plantarei as massas
Regarei as luzes
Olharei as luas
Morderei as uvas
Entupirei as cidades
Cobrarei as autoridades
Perderei as maldades
Sambarei as maravilhas
Derrubarei as muralhas
Soltarei as amarras
Prenderei as ministras
Abrirei as portas
Nadarei as areias
Venderei as moedas
Soprarei as ventanias
Poluirei as lixeiras
Limparei as sujeiras
Fecharei as torneiras
Desligarei as caldeiras
Amarei as cadeiras
Esperarei as calmarias
Cuspirei as tapeçarias
Socarei as bombas
Mastigarei as balas
Transarei as pernas
Completarei as vírgulas
Sentirei as odes
Ouvirei as árvores
Serei as flores
Sonharei as realidades
Dividirei as saudades
Apagarei as lâmpadas
Acenderei as velas
Economizarei as mentiras
Doarei as alegrias
Riscarei as poesias.
Mas, hoje é futuro nas mãos de quem caminha.
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